Arquidiocese

 
A Arquidiocese é composta por uma importante rede formada por 650 padres, diáconos e religiosos. São milhares de comunidades, em torno de 273 paróquias, sendo 267 territoriais, 3 pessoais, 2 curatos e 1 área pastoral (Nossa Senhora Aparecida),  em 28 municípios mineiros: Belo Horizonte, Belo Vale, Betim, Bonfim, Brumadinho, Caeté, Confins, Contagem, Crucilândia, Esmeraldas, Ibirité, Mário Campos, Nova União, Lagoa Santa, Moeda, Nova Lima, Pedro Leopoldo, Piedade dos Gerais, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Rio Manso, Sabará, Santa Luzia, São José da Lapa, Sarzedo, Taquaraçu de Minas e Vespasiano.

Para levar as Diretrizes da Ação Evangelizadora Igreja Viva, Povo de Deus à população de todos esses municípios, a Arquidiocese conta com uma ampla estrutura institucional: os santuários, Vicariatos Episcopais de Ação Pastoral, de Ação Social e Política, de Comunicação e Cultura, o Seminário Arquidiocesano Coração Eucarístico de Jesus. Está presente no mundo da educação com as sete unidades do Colégio Santa Maria, das unidades da PUC Minas em Belo Horizonte e em seis municípios do Estado, além do CES de Juiz de Fora e da Faculdade Católica de Uberlândia.

No mundo da comunicação, com a Catedral – Rede de Comunicação Católica - TV Horizonte, Rádios América e Cultura, Jornal de Opinião, o www.arquidiocesebh.org.br. Na área da cultura com o Memorial Arquidiocesano com o Museu de Arte Sacra, Centro de Divulgação e Promoção Religiosa, Arquivo e Inventário do Patrimônio.

Na saúde com as pastorais e a Fundação Hospitalar Nossa Senhora de Lourdes, Casa de Apoio à Saúde Nossa Senhora da Conceição. Um trabalho complexo, amplo e importante de uma Igreja servidora sustentado e fecundado com a ajuda dos sacerdotes, religiosos, diáconos, todos os paroquianos, amigos cristãos, o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, os bispos auxiliares dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, dom Luiz Gonzaga Fechio, dom Wilson Luís Angotti Filho e dom João Justino de Medeiros Silva.

Uma rede de comunidades fundamental e que agora trabalha em um desafio de grande importância: a construção da Catedral Cristo Rei.

HISTÓRIA
A ideia da criação do bispado de Belo Horizonte surgiu em 1914, com a crescente importância política da cidade e seu espantoso desenvolvimento econômico. Atendendo ao desejo da população, dom Silvério Gomes Pimenta, arcebispo de Mariana, aceitou dirigir o movimento para a criação do novo bispado.

Em 1919, uma comissão foi nomeada por dom Silvério para cuidar do processo. Na última sessão realizada por essa comissão foi lido um documento assinado pelo monsenhor F. Cortesi, auditor da Nunciatura, avisando que as bulas para a implantação do bispado já tinham sido expedidas.

A Diocese de Belo Horizonte foi efetivamente criada em 11 de fevereiro de 1921 pelo Papa Bento XV. Em 1º de fevereiro de 1924, o Papa Pio XI, através da bula "Amunus nobis ab Aeterno Pastorum Príncipe", elevou Belo Horizonte à categoria de Arquidiocese e seu bispo a arcebispo. Na época, foi a terceira província eclesiástica de Minas Gerais.

Desde a sua criação, estiveram à frente da Arquidiocese os arcebispos: dom Antônio dos Santos Cabral, dom João Resende Costa, dom Serafim Fernandes de Araújo e, atualmente, dom Walmor Oliveira de Azevedo, que assumiu a Arquidiocese no dia 26 de março de 2004.

 

 

 

 

 
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Arquidiocese de Belo Horizonte | Cúria Metropolitana

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