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Dom Luiz Gonzaga Fechio


O bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte dom Luiz Gonzaga Fechio é mestre em teologia moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção(SP). Foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte no dia 19 de janeiro de 2011 e recebeu a ordenação episcopal no dia 19 de março, na Catedral de São Carlos (SP).

Atualmente, o bispo preside a Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora do Regional Leste 2 da CNBB.

Dom Luiz estudou teologia entre os anos 1987 e 1990 na PUC Campinas. Recebeu a ordenação sacerdotal no dia 17 de dezembro de 1990. Foi padre da diocese de São Carlos (SP) até sua nomeação como bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Nos seus dois primeiros anos como sacerdote, de 1991 a 1992, dom Luiz trabalhou na Paróquia Santo Antônio, em São Carlos, colaborando também no Seminário Diocesano, como orientador espiritual e auxiliando em algumas aulas. Nos cinco anos seguintes (1993 a 1997), foi vigário paroquial e pároco nas cidades de Bariri e Itaju. Em 1998, transferido para Jaú, atuou como pároco nas paróquias Nossa Senhora do Patrocínio e Nossa Senhora de Fátima e reitor no Seminário Propedêutico, entre os anos 1998 e 2006. Nos dois anos posteriores cursou mestrado. Retomou o Propedêutico no segundo semestre de 2008, até 2009, quando foi transferido para exercer a função de reitor no Seminário Maior (Filosofia), em São Carlos(SP). De abril de 2009 até sua ordenação episcopal realizou trabalho pastoral na Paróquia Santos Anjos, em São Carlos. Durante o período em que trabalhou como formador, participou do Conselho de Presbíteros.

Dom Luiz Gonzaga Fechio nasceu no dia 4 de dezembro de 1965, na cidade de Matão, São Paulo, onde também recebeu os sacramentos da iniciação cristã. Seus pais são Ernesto Fechio e Iracy Paulichi Fechio.

 

Ministério na Arquidiocese de Belo Horizonte

 

Dom Luiz Gonzaga Fechio é o bispo referencial da Região Episcopal Nossa Senhora Aparecida (Rensa), que abrange 14 cidades da região metropolitana, coordenando, orientando e acompanhando a ação evangelizadora e pastoral, o funcionamento e a infraestrutura da Cúria Regional. Está em permanente contato com os padres, religiosos e comunidades de fiéis da Rensa para escuta, orientações e avaliações. Preside os Conselhos Pastoral Regional, Presbiteral Regional, Pastoral de Forania, Pastoral Paroquial, Paroquial de Administração e Pastoral de Comunidade na Região Episcopal.

 

A Rensa integra os municípios Piedade das Gerais, Crucilândia, Belo Vale, Moeda, Bonfim, Rio Manso, Brumadinho, Mário Campos, Sarzedo, Ibirité, Betim, incluindo parte das cidades de Esmeraldas, Contagem e Belo Horizonte.

 

Dom Luiz trabalha na articulação do Núcleo de Estudos Sociopolíticos (Nesp) nessas cidades. Também realiza acompanhamento pastoral das unidades da PUC Minas, do Colégio Santa Maria (CSM) e de outras entidades vinculadas presentes na Rensa. Discute e define com as instâncias competentes provisões e transferências.

 

O bispo faz acompanhamento pastoral do Projeto Centro de Treinamento de Líderes (CTL) Dom José Dalvit, em Brumadinho. Também orienta e acompanha programas da Pastoral Presbiteral e Casa do Peregrino, participa da Comissão Arquidiocesana para o Diaconato Permanente, do Conselho Arquidiocesano para o Diaconato Permanente e da Escola Diaconal São Lourenço. Dom Luiz acompanha e orienta o Colegiado de Leigos. Também acompanha as ações, metas e dinâmicas do Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política da Arquidiocese.

 

O bispo também realiza acompanhamento e orienta os trabalhos da Secretaria Geral de Relações Eclesiais (SGRE).

 

SIMBOLOGIA DO BRASÃO DE ARMAS

 

O Vermelho, símbolo da missão, do martírio e paixão, do serviço e da doação. A cor denota o ministério sacerdotal que emana da ordem episcopal onde encontra o seu ápice. Nele encontramos destaque uma estrela dourada que aqui simboliza a Bíblia Sagrada, uma das fontes da fé católica. A cor dourada simboliza a riqueza da Bíblia, tesouro de onde o bispo “tira coisas novas e velhas” (MT 13,52). As seis pontas da estrela recordam o trabalho pastoral do bispo eleito, nascido em Matão, na Diocese de São Carlos (SP), onde atuou em seis paróquias: Santo Antônio (São Carlos), Nossa Senhora das Dores (Bariri), São Sebastião (Itaju), Nossa Senhora do Patrocínio (Jaú), Nossa Senhora de Fátima (Jaú) e, por último, Santos Anjos (São Carlos). A flor-de-lis no campo vermelho recorda São José, patrono da Igreja e pai da Sagrada Família, comemorado solenemente no dia 19 de março, que foi escolhido pelo eleito para início do ministério episcopal.

 

O Azul é símbolo de zelo, fidelidade e amor. A cor denota as virtudes que devem marcar o ministério do bispo, obediente à verdade, zelo pelas coisas santas, a exemplo de Jesus. Aqui a flor-de-lis é símbolo da Virgem Maria, a serva do Senhor (Lc 1,38). Essa homenagem à Nossa Senhora traduz a grande devoção que o eleito sempre teve pela Cheia de Graça. Manifesta também um propósito: colocar-se sob sua proteção e evocar sua poderosa intercessão até o fim dos dias. A cor prateada das flores-de-lis significa pureza, integridade e firmeza.

 

Ao centro, um cajado pastoral conjugado ao símbolo da cruz em ouro evoca o núcleo e o fundamento da espiritualidade do bispo, obediente à verdade. Obediência traduzida na figura de Jesus, o Bom Pastor, que dá sua vida pelas ovelhas e se alegra com o reencontro da que estava perdida (Sl 22; Jo 10,11-18). Ainda, o cajado recorda a Igreja do Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade (1Tm 3, 15), fundada sobre os apóstolos, continuamente construída sobre o fundamento dos apóstolos (Ef2,20), na qual se conserva e se transmite, com a ajuda do Espírito Santo, o ensinamento e o depósito precioso. A cor dourada significa a verdadeira e única riqueza: “Jesus Cristo que, sendo rico, faz-se pobre por vós, para voz enriquecer com sua pobreza” (2Cor 8,9).

 

O cajado e a cruz fincam-se sobre um monte, símbolo do mundo, da história, onde o eleito é chamado a doar sua vida em conformidade com a do Mestre, o Bom Pastor. O cordeiro sobre o monte simboliza o povo amado de Deus confiado ao pastoreio do bispo e também recorda os vários anos dedicados à formação sacerdotal na Diocese de São Carlos.

 

O lema: A divisa “Pela Graça de Deus”, retirada da Carta de São Paulo aos Coríntios (1Cor 15,20) “sou o que sou pela graça de Deus”, é a prece e ação de graças elevada aos céus pelo eleito, que expressa sua aspiração de com os apóstolos exercer o ministério do Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote.

 

ENDEREÇO
Palácio Cristo Rei
Praça da Liberdade, 263 - Funcionários - 30140-010 - Belo Horizonte/MG

 

 

 

 
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