
Congregações Religiosas Femininas
Congregações Religiosas Masculinas
Institutos Religiosos Clericais
Ordem das Virgens e Ordem das Viúvas
Sociedade de Vida Apostólica (Feminina)
Sociedade de Vida Apostólica (Masculina)
Sociedade de Vida Apostólica (Mista)
Casas de Retiro da Arquidiocese de Belo Horizonte
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães
Dom João Justino de Medeiros Silva
Cardeal Serafim Fernandes de Araújo - Arcebispo Emérito
Dom Sebastião Roque Rabelo Mendes - Bispo Auxiliar Emérito
Casa de Apoio à Saúde Nossa Senhora da Conceição
Catedral Rede de Comunicação Católica
Fundação Cultural João Paulo II
Fundação Hospitalar Nossa Senhora de Lourdes
Fundação José Fernandes de Araújo
Fundação Mariana Resende Costa
Fundação Obras Sociais da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem
Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte
Sociedade Civil Espírito Santo
Paróquias da Arquidiocese de Belo Horizonte
Santuários da Arquidiocese de Belo Horizonte
Vicariatos Episcopais Especiais

Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães é o segundo de sete filhos de José Mol Guimarães e Edna Mol Guimarães, nascido em 6 de janeiro de 1960, em Ponte Nova, Minas Gerais, numa família cristã.
Cursou a primeira fase do ensino fundamental na Escola Municipal João Guimarães, de 1968 a 1971, a segunda fase no Colégio Dom Helvécio, em Ponte Nova, e nas Escolas Dom Bosco, em Cachoeira do Campo, de 1972 a 1975, ambas salesianas, onde começou a fazer discernimento vocacional.
O ensino médio foi cursado em Araxá, no Colégio Salesiano Dom Bosco, entre 1976 e 1978. Fez o noviciado na Congregação Salesiana, em 1979, em Barbacena, culminando com a profissão religiosa em janeiro de 1980.
O período de 1980 a 1982 foi dedicado à licenciatura em Filosofia, na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Dois anos de tirocínio, 1983 e 1984, foram vividos no Colégio Dom Bosco de Araxá e na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Goiânia. O curso de teologia foi feito também na PUC Minas, de 1985 a 1988.
Foi ordenado diácono no final de 1987, por dom João Resende Costa, na Paróquia Cristo Luz dos Povos, em Belo Horizonte, e presbítero em julho de 1988, por dom Irineu Danelon, em Ponte Nova.
Destinado a Jaciguá, Diocese de Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, foi, primeiro, vigário paroquial da Paróquia São João Batista e, depois, pároco, em 1989.
Em 1990 foi convidado a voltar para Belo Horizonte para retomar os estudos. De 1990 a 1992, morando e trabalhando pastoralmente na Paróquia Cristo Luz dos Povos, da Inspetoria São João Bosco, fez o mestrado em teologia no Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus, com a tese "O individualismo cultural e a vivência da fé cristã".
Na mesma época incardinou-se na Arquidiocese de Belo Horizonte, quando tornou-se administrador paroquial e depois pároco da Paróquia Santa Maria Mãe de Deus.
Sempre prestou serviços de formação e assessoria. A partir de 1992 entrou para o magistério no ensino superior de graduação e pós-graduação. Lecionou diversas disciplinas de teologia sistemática e teologia pastoral. Foi coordenador da teologia e é professor no Instituto Santo Tomás de Aquino, centro de formação dos religiosos em Belo Horizonte.
Foi professor no Instituto de Ciências Humanas dos Maristas. É professor do Instituto Dom João Resende Costa da Arquidiocese de Belo Horizonte e da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Lecionou também no Centro de Formação de Agentes de Pastoral de Belo Horizonte.
Prestou inúmeras assessorias a Congregações Religiosas e Dioceses em assembleias e cursos. Também assessorou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil no Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética e no Instituto de Pastoral Catequética do Regional Leste II. Faz parte da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião do Brasil.
Desde 1996 coordena o Núcleo de Estudos Teológicos e o Instituto Superior de Pastoral da PUC Minas. É membro fundador da "Revista Horizonte", de estudos de Teologia e Ciências da Religião da PUC. Hoje faz parte de seu Conselho Editorial.
Participou como assessor das duas Assembleias do Povo de Deus da Arquidiocese de Belo Horizonte, a primeira em 1996 e a segunda em 2003. Coordenou a comissão de elaboração do atual Projeto de Evangelização da Arquidiocese, com o nome "Igreja Viva, Sempre em Missão".
Foi Vigário Forâneo da Forania São Paulo Apóstolo e membro do Conselho Presbiteral, do Conselho Pastoral da Região Nossa Senhora da Conceição e do Conselho Pastoral Arquidiocesano no período de 2003-2005.
Presidiu o Conselho Superior da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC).
Atualmente, é membro do Conselho Curador da Fundação João Paulo II e da Fundação Mariana Resende Costa, do Conselho Consultivo da Sociedade Mineira de Cultura , Reitor da PUC Minas, Vigário Episcopal para a Comunicação e Cultura da Arquidiocese de Belo Horizonte, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação da CNBB.
Foi homenageado com o colar do Mérito da Corte de Contas Ministro José Maria de Alkmim, no dia 20 de outubro de 2011. A homenagem do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais é conferida a personalidades e cidadãos que prestaram serviços relevantes ao país e ao estado de Minas Gerais.
No dia 18 de dezembro de 2012, recebeu o Colar do Mérito Legislativo, concedido pela Câmara Municipal de Belo Horizonte a pessoas e instituições que se destacaram nos cenários político, econômico, social e cultural, influenciando os rumos da capital mineira.
Ministério na Arquidiocese de Belo Horizonte
Bispo referencial da Região Episcopal Nossa Senhora da Esperança (Rense), dom Joaquim Mol é responsável pelo acompanhamento global da PUC Minas, Colégio Santa Maria e Instituto Dom João Resende Costa. Na Região Episcopal, que abrange parte das cidades de Belo Horizonte e Contagem, dom Mol coordena, orienta e acompanha a ação evangelizadora e pastoral, além do funcionamento e da infraestrutura da Cúria Regional. Está em permanente contato com os padres, religiosos e comunidades de fiéis desta Região para escuta, orientações e avaliações. Preside os Conselhos Pastoral Regional, Presbiteral Regional, Pastoral de Forania, Pastoral Paroquial, Paroquial de Administração e Pastoral de Comunidade na Região Episcopal.
A Rense abrange parte das cidades de Belo Horizonte, Contagem e Ribeirão das Neves.
Dom Mol trabalha na articulação do Núcleo de Estudos Sociopolíticos (Nesp) nessas cidades. Também realiza acompanhamento pastoral das entidades vinculadas presentes na Região Episcopal. Discute e define com instâncias competentes provisões e transferências.
O bispo é responsável pelo Vicariato Episcopal para a Comunicação e Cultura, que abrange a Catedral - Rede de Comunicação Católica, o Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte, a Sociedade Civil Espírito Santo. No Vicariato Episcopal para a Ação Pastoral, acompanha especialmente a Pastoral da Educação, e a Catequese.
Dom Mol acompanha o Comitê Gestor da Presidência, seus desdobramentos e interfaces. Nas entidades vinculadas, o bispo acompanha as reuniões, informa-se, faz indicações e responsabiliza-se pelas questões envolvendo orçamentos, metas, acompanhando a execução e ajudando nas orientações. Na Assessoria Jurídica Corporativa, acompanha os desdobramentos, ações, organização, processos e serviços.
SIMBOLOGIA DO BRASÃO DE ARMAS
O vermelho no campo inferior do brasão lembra o fogo (Espírito) e o sangue (Martírio), para caracterizar o
ministério episcopal com ousadia e vigor na evangelização, na profecia e na oblação da vida, especialmente pelos pobres, feridos e pequeninos de Deus.
Nesse campo, encontramos três elementos delineando um triângulo em movimento: na base estão as duas fontes da vida da Igreja e do ministério do bispo, a Palavra de Deus e a Liturgia, sobretudo a Eucaristia, convergindo ao vértice, ao centro, que é a essência da vida cristã, o amor, cuja expressão maior é a cruz.
O campo superior é azul; indica a serenidade e a ternura assumidas nas atitudes do bispo, que se vai esmaecendo quando se aproxima da Luz, que é Deus, tudo em todos. A estrela evoca a presença singular da primeira discípula de Jesus, Maria de Nazaré, Santa Maria.
Os dois campos são unidos por uma mesma linha, que forma as montanhas, alusão a Minas Gerais e a cidade com a periferia, formando o cenário-vital para o encontro pessoal e comunitário com o Senhor, para a experiência de Deus no mundo contemporâneo.
Atrás se encontra o báculo, símbolo do serviço pastoral e do cuidado com o povo de Deus. Arqueado para a direita, o cajado sinaliza a procura e a ida ao encontro das pessoas, sobretudo das que mais precisam de acolhimento. A cor prata representa, ao mesmo tempo, humildade e eloqüência, importantes para o dialogo em meio ao pluralismo.
Em cima, o chapéu prelatício com abas largas, reverência diante de Deus, lembra o chamado à santidade e o testemunho do bispo. Seis nós contornam o brasão de verde, símbolo de esperança e liberdade.
Em baixo, na base, o lema "Porque Deus é Amor", como fundamento de todas as coisas e como explicação única para este ato de fé: ser bispo na Igreja de Jesus Cristo, na verdade, o menor e o último dos bispos.
ENDEREÇO
Palácio Cristo Rei
Praça da Liberdade, 263 - Funcionários - 30140-010 - Belo Horizonte/MG